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Como ficaram suas metas no primeiro semestre?

Eduardo Shinyashiki

23.junho.2015

Dentro de poucos dias chegaremos ao segundo semestre de 2015. Esse é o momento ideal para analisarmos em quais aspectos avançamos nos meses que passaram. É verdade que no início do ano fazemos um planejamento bem estruturado, com todas as metas e sonhos, principalmente relacionados à área profissional. Entretanto, com o passar do tempo e diante de situações inesperadas, os planos costumam perder a força ou a direção, tornando-se desatualizados. Essa é a hora de avaliar o que já conseguiu colocar em prática e o que falta para que suas ideias possam, finalmente, serem transformadas em realidade.

Dedique algum tempo para revisar suas metas de acordo com seu plano de ação e resultados alcançados até o momento. Fazer os ajustes de rota é um passo muito importante, pois obstáculos, imprevistos e variáveis não calculadas e que fogem do nosso controle podem aparecer no percurso, por isso, estar atento e ser flexível na hora de absorver esses pontos permite não desistir da realização da meta, mas sim fazer as correções adequadas para chegar aonde você quer.

É importante também considerar nesse meio do ano dois fatores que podem comprometer a realização dos objetivos: o cansaço e a diminuição da motivação.

Em relação ao cansaço, permita verificar se está sobrecarregado e se não é o caso de fazer algumas escolhas e estabelecer prioridades. Procure questionar o que você realmente está disposto a realizar. A sobrecarga é, na verdade, a razão de muitas pessoas perderem a energia e não atingirem os resultados.

A motivação é o combustível para conduzir as ações de um estado atual a um estado desejado. Se a motivação, o “por que” de estar criando as metas é algo suficientemente forte, o “como” – realização – nunca será um problema.

A definição e conquista dos propósitos e metas são de primordial importância na vida do ser humano, pois estão intimamente ligados à sua autoestima, confiança e ao sentimento de autoeficácia.

Devemos, portanto, sermos justos, estabelecendo objetivos entusiasmantes (mas não além da capacidade humana), pois definir as metas a serem alcançadas é equivalente a dar sentido e significado a própria vida. Afinal, quem é que não tem sonhos?